A conversa muda. O conflito se repete.
Você tenta dizer o que sente, mas encontra defesa, silêncio ou outra discussão. Na terapia, podemos compreender esse ciclo e trabalhar formas de comunicar necessidades e lidar com os desacordos.

Quando conversar fica difícil, a insegurança cresce ou um vínculo machuca, a terapia pode ser um espaço para entender o que você vive e encontrar outras formas de se posicionar.


Psicóloga · CRP 06/206248
Sou psicóloga e atendo adultos e casais, com foco nos relacionamentos amorosos. Acolho sua história para compreender o que você sente e o que precisa de cuidado neste momento.
Com a Terapia Cognitivo-Comportamental, olhamos para situações do cotidiano e construímos juntos os objetivos do atendimento. Questões com a família e as amizades também têm espaço nessa conversa.
Terapia Cognitivo-Comportamental
Quatro conversas para conhecer minha forma de trabalhar e entender como a terapia pode fazer parte do seu momento.

Minha forma de acolher adultos e casais e olhar para as dificuldades que aparecem nas relações.
YouTubeMe chamo Ticiane, sou psicóloga e meu trabalho é voltado principalmente para as dificuldades que podem surgir nos relacionamentos amorosos, entre outras relações. Talvez você esteja vivendo uma relação que é importante para você, mas que tem se tornado cansativa, confusa ou dolorosa. Nem sempre é preciso existir uma grande crise para buscar terapia. Às vezes você percebe que está com medo de dizer o que precisa, tentando adivinhar o que a outra pessoa pode estar sentindo ou muito preocupada com qualquer sinal de afastamento. Pode ser que vocês estejam presos nas mesmas discussões, que você se sinta sozinha mesmo estando em uma relação, ou que esteja tentando decidir se deve continuar, se afastar ou encerrar um relacionamento. Também pode estar lidando com um término, com as dificuldades de seguir em frente ou com uma dúvida sobre como se relacionar de uma maneira mais coerente com o que você deseja. Na terapia, vamos procurar compreender o que está acontecendo com cuidado. Isso inclui olhar para sua história, para a dinâmica da relação, para as atitudes da outra pessoa, para o que você tem tentado fazer e para a maneira como tudo isso tem afetado a sua vida. Não parto da ideia de que você é a única responsável pelo sofrimento ou de que basta pensar de uma outra forma para que tudo se resolva. As relações são construídas por mais de uma pessoa e o contexto também precisa ser considerado. Essas dificuldades podem aparecer ainda nas relações familiares e nas amizades, especialmente quando há culpa, conflitos, falta de reciprocidade ou dificuldade de colocar limites. Trabalho com a Terapia Cognitivo-Comportamental e procuro construir junto com você uma compreensão mais clara do que está acontecendo e dos caminhos que podem fazer sentido para a sua realidade.
Nem sempre é fácil nomear o que dói. Podemos começar por uma situação que se repete, uma dúvida ou algo que você sente falta nas suas relações.

Você tenta dizer o que sente, mas encontra defesa, silêncio ou outra discussão. Na terapia, podemos compreender esse ciclo e trabalhar formas de comunicar necessidades e lidar com os desacordos.
Uma resposta demora e a insegurança cresce. Para evitar um conflito, você acaba deixando suas necessidades de lado. Podemos olhar para essas reações e trabalhar formas de se posicionar com mais clareza.
Saudade, culpa e perguntas podem continuar presentes depois de um término. O atendimento oferece espaço para elaborar essa experiência e cuidar do que ficou difícil na rotina e nos próximos passos.
Quando um vínculo é abalado, decidir como seguir pode ser difícil. Podemos compreender o impacto do que aconteceu e o que importa nas suas escolhas, sem respostas prontas sobre ficar ou terminar.
Você pode amar sua família e se sentir pressionado por ela. Pode ter amigos e, ainda assim, sentir solidão. Quando o medo de desagradar faz você guardar o que sente, essas relações também merecem cuidado.

Críticas, comparações e cobranças sobre suas escolhas. A sensação de precisar resolver os problemas de todos. Ou discussões que se repetem e deixam você dividido entre cuidar dos outros e respeitar os próprios limites.
Na terapia individual, podemos trabalhar a culpa ao se posicionar, preparar conversas difíceis e pensar em limites que respeitem suas necessidades, considerando sua história e o que importa para você.

Ser procurado apenas quando alguém precisa. Evitar dizer o que pensa por medo de perder a amizade. Sentir-se excluído, lidar com uma decepção ou perceber que um vínculo importante está se afastando.
Na terapia individual, podemos entender o que essas experiências despertam em você, trabalhar o medo de rejeição e praticar formas de expressar suas necessidades e se aproximar de novas pessoas.
Um espaço para vocêPara compreender o que você sente e trabalhar inseguranças, limites e escolhas. Suas relações têm espaço na terapia, mesmo que a outra pessoa não participe.
Um espaço para vocêsPara olhar juntos para a comunicação, os conflitos e os acordos da relação. Os objetivos são construídos com as duas pessoas, respeitando a história do casal.
Na TCC, observamos como pensamentos, emoções e atitudes se conectam ao que você vive. Podemos preparar uma conversa difícil, trabalhar limites ou examinar uma interpretação que aumenta a insegurança — acompanhando o que funciona para você.
No primeiro encontro, vamos ouvir sua história e combinar os próximos passos. A frequência das sessões considera cada caso e pode ser revista ao longo do acompanhamento.

Respostas para você decidir seu próximo passo com mais tranquilidade.
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